segunda-feira, 20 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
If he loves you and you believe
Checker checker, drip drop, on you knees
If he loves you when you didn't gone
Kiss it, kiss it cute, kitty play along.
But it's grown inside your wounded soul
He's never ever gonna let you go
(He's never ever) Let you go
(He's never ever) Let you go
If he loves you, he loves you not
Be the one to leave him baby, don't get caught
If he loves you, set your heart on fire
I hate to be the one to tell you he's lie
If he loves you
He loves you not
So crawl in closer, be a doll
He gives you just a taste but you want it all
But if you stumble before you fall
Take a little taste or you'll lose it all
If he loves you, he loves you not
Be the one to leave him baby, don't get caught
If he loves you, set your heart on fire
I hate to be the one to tell you he's lie
If he loves you
Bet you're wishing for the day
Wishing, oh, wishing it all the way
bet you're wishing for the day
That he loves you but he loves you not
Be the one to leave him baby, don't get caught
Cause if he loves you, set your heart on fire
I hate to be the one to tell you he's alive
Cause if he loves you
If he loves you
He loves you not
Checker checker, drip drop, on you knees
If he loves you when you didn't gone
Kiss it, kiss it cute, kitty play along.
But it's grown inside your wounded soul
He's never ever gonna let you go
(He's never ever) Let you go
(He's never ever) Let you go
If he loves you, he loves you not
Be the one to leave him baby, don't get caught
If he loves you, set your heart on fire
I hate to be the one to tell you he's lie
If he loves you
He loves you not
So crawl in closer, be a doll
He gives you just a taste but you want it all
But if you stumble before you fall
Take a little taste or you'll lose it all
If he loves you, he loves you not
Be the one to leave him baby, don't get caught
If he loves you, set your heart on fire
I hate to be the one to tell you he's lie
If he loves you
Bet you're wishing for the day
Wishing, oh, wishing it all the way
bet you're wishing for the day
That he loves you but he loves you not
Be the one to leave him baby, don't get caught
Cause if he loves you, set your heart on fire
I hate to be the one to tell you he's alive
Cause if he loves you
If he loves you
He loves you not
terça-feira, 24 de agosto de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010

"(...)Parecia o supra-sumo da liberdade. Mas um dia fazemos 18 anos e a partir de então não podemos dirigir sem carteira, não podemos nos isentar de votar e não podemos permanecer solteiros.
(...)Não podemos ficar fora de moda. Nem segui-la à risca. Não podemos comer açúcar. Não podemos exagerar no sal.(...)
Não podemos ficar tristes. Não podemos não falar inglês. Não podemos dizer mentiras. Não podemos dizer toda a verdade.
Não podemos negar um convite. Não podemos ser anti-sociais."
.
.
.
"Tequila in his heartbeat, His veins burned gasoline.
It kept his motor running but it never kept him clean.
They say he loved adventure, "Ricky's the wild one."
He married trouble and had a courtship with a gun.
Bang Bang Shoot 'em up, The party never ends.
You can't think of dying when the bottle's your best friend...
'Accidents will happen' they all heard Ricky say
He fired his six-shot to the wind and that child blew a child away..."
domingo, 21 de março de 2010
As férias dos sonhos.




Entre viagens muito loucas, festas novas, insanidades antigas, amigos de sempre, recebo (a kilometros de distância) a notícia da confirmação de vendas do tão inesperado show em Porto Alegre.
Com a ficha se negando a cair, lá fui eu no dia 25 de janeiro de 2010 à Multisom, e aproximadamente 12:30h do mesmo dia garanti meu passaporte ao paraíso que encerraria as tais férias com chave de rosas e armas.
Os dias que se seguiram foram de bastante ansiedade com pitadas de incertezas.
Aconteceria de fato o espetáculo tão aguardado?
E, então, GUNS N’ ROSES estava no país verde amarelo. Mas seguiria para o estado mais ao sul? O que foi mostrado poderia garantir que não. Show cancelado, outro com ameaças de término, e até mesmo uma tragédia que arriscou definitivamente o sonho de vários gaúchos, o meu sonho!
Porém, noticias em todo o lugar ainda confirmavam o show do dia 16 de março no Estacionamento da Fiergs. E, assim, sem uma bela noite de sono, me encaminhei à Fiergs onde horas banhadas por um sol escaldante, faltas de banheiros e atrasos me esperavam de braços abertos. Mas, por volta da 1h já do dia 17 de março, toda a tortura foi esquecida quando Sebastian Bach entrou naquele palco e com seu carisma, e um arrebatador “Desculpem pelo atraso, meu equipamento foi destruído no Rio de Janeiro” – em português – todos caíram sobre seus pés e esqueceram tudo (ou quase tudo) ao som de clássicos e (no meu caso) caíram em lágrimas ouvindo “I wanna hear you say I remember you”. Um show que nem de longe poderia levar o título de “banda de abertura” e assim foi.
Durante aquela 1h e pouquinho, o “Tião” não perdeu a oportunidade de atiçar nossa ansiedade com alguns “Vocês tão prontos pro GUNS N’ ROSES?’
E passando já das 2 da manhã as luzes apagam, começa a faixa “chinese democracy” e lá vem ele: WILLIAM AXL ROSE.
Só de lembrar me arrepio, e na hora só conseguia repetir “É ELE, É ELE, É ELE”.
Logo depois veio o hino de abertura (que não abriu) “welcome to the jungle” e pude sentir a voz dele em todo meu sistema nervoso. Assim seguiram as duas próximas horas com muita emoção, surrealismo e sonho. Sonho! Depois de mais de uma década o Chinese ser lançado, uma tour no Brasil feita e o show rolando na minha cidade, na minha frente sem mais ninguém na visão, só ele. Simplesmente Axl Rose.
O cara que junto com o Slash, Duff, Izzy e Adler mudaram completamente minha visão sobre tudo. Eu tava vendo o Axl, meu maior ídolo na minha frente. Vendo ele surpreender correndo pra lá e pra cá, arriscando reboladas e esfregadas nos guitarristas, e principalmente, vendo aquele olhar. AQUELE olhar que me hipnotizada nas fitas, clipes, dvds. E me hipnotizou durante o show, e assim, a ficha despencou nos meus pés.
E de quebra, ver ele simpático! Chamando aniversariantes no palco e protegendo o seu escolhido do microfone. Quem diria?!
Prediletas da noite? Só de ver ele cantando as músicas que ouvia em casa sem nunca imaginar ver ao vivo, só de ver ele cantando as novas que cheguei a pensar que nunca seriam lançadas, fizeram todas levar o título de “predileta”.
Mas ver o Axl no piano em November Rain com aquela chuva de fogos e pra encerrar a noite com um banho de papéis picados em Paradise City me derretaram por completo, se é que tinha mais alguma coisa pra derreter. E assim o sonho tinha chegado ao seu fim. Ou não.
Pois após 2h de sono lá fui eu ao hotel para a segunda parte que não deixaria escapar. Entre dúvidas e mais dúvidas, me vi na recepção do Hotel Deville junto com Sebastian Bach e cia!
Após fotos e até um elogio ao meu inglês do “Ed Motta”, veio mais horas e horas de espera pelo mestre temperamental. Mas dessa vez ela não foi aliviada, ou pelo menos assim pensei, até as 20h do dia seguinte quando em uma ligação recebo a noticia mais inesperada (só podia se tratar do Axl) que dizia “Ele não foi embora ainda, corre pra cá” e assim fui lançada novamente ao sonho.
As 21:10h aproximadamente o elevador abre e alguém vem andando no seu estilo estiloso de ser de sempre. Ele. Axl Rose vindo em nossa direção! Fiquei perplexa, como me falaram “criança ganhando o melhor presente de natal”. E realmente foi um presente e tanto. Foram necessários uns “Michelle, vai tirar foto com ele” pra me acordar.
E o momento mais incrível de todos,o momento que guardarei pra SEMPRE. Lanço meu CD do Chinese para ele autografar e digo “YOU’RE THE MAN” e ele olha pra cima e se abre no sorriso mais gostoso do mundo!
Já fui preparada pra levar patada, pressa, ou qualquer coisa, porque convenhamos, estou falando do Axl. Porém, me surpreendendo, recebo um sorriso lindo e gratifiacante que valeram pelos anos que passei horas ouvindo suas músicas, vendo suas dancinhas, e sonhando com o momento que conhecesse ele que sempre vinham com uns “Acorda Michelle, era só tu sonhando” ou uns “Volta pro sonho, agora”
Mas o sonho se tornou real =)
Eu vi, o filho da puta mais genial de todos.
E, encerro essas férias, usando palavras feitas por outro mestre – Steven Tyler: Sonhe até seus sonhos se tornarem realidade!
prova do crime: http://www.youtube.com/watch?v=45-onhqLBFo
terça-feira, 9 de março de 2010
"Assim ele nunca saberá como eu o amo. E isso não porque seja belo, Nelly, mas porque ele é mais eu do que eu mesma."

Se tratando de filmes, os de "guriazinha" tomam à frente. Seriados, gosto dos mais complexos. Já livros, os mais intensos. Aqueles com uma estória de amor arrebatadora, que nem de longe gostaria de ser a personagem principal mas que a cada página me sinto na sua alma, são meus favoritos. Tendo uma queda fatal ao clássico.
Werther e Charlotte, Heathcliff e Catherine são meus casais prediletos! Ambos levados aos extremos da loucura e do desejo. Ambos, amores impossíveis e fatais. Ambos, personagens de livros clássicos que moveram e movem gerações.
Heathcliff e Catherine foi o casal que me acompanhou nos últimos dias. Estava há algum tempo querendo ler a respeito. E, após vê-lo sendo o livro favorito de uma personagem em uma saga infanto-juvenil, não pude resistir em ir às livrarias a procura do mesmo. As dúvidas do porquê da Stephenie Meyer ter citado ele como livro de cabeceira de Isabella Swan estavam me matando. Assim, logo, o livro tornou-se o meu livro de cabeceira.
Que grande história a jovem - destinada a ficar em casa pra sempre, após tentativas frustradas em colégios internos – Emily Jane Brontë criou!
Morro dos ventos uivantes.
"-Você me fez ver como foi cruel- cruel e falsa. Por que me despreza? Por que traiu seu coração, Cathy? Não tenho uma só palavra de conforto. Você merece isto. Você se matou. Sim, pode me beijar e chorar, e os beijos e as lágrimas que me arrancar à força lhe trarão a ruína- eles lhe trarão maldição. Você me amava, então que direito tinha de me abandonar? Que direito- responda-me- de cismar com Linton? Já que a mágoa, a degradação, a morte e nada que Deus e Satanás quisessem nos infligir poderiam nos separar, você, espontaneamente, o fez. Não parti seu coração- você mesma o partiu e, ao parti-lo, partiu também o meu. [...]Beije-me mais uma vez. Eu amo a MINHA assassina... mas a SUA! Como poderia?"
Morros dos quais foram cenário do amor do jovem casal. Ventos uivantes que ilustraram a loucura com (grandes) pitadas de crueldade do Heathcliff. Loucura conseqüente de seu amor fatal por Cathy.
"- Como morreu ela?- conseguiu ele afinal dizer...
- Suavemente[...]
- Que ela desperte em meio dos tormentos- gritou ele com terrível veemência.[...] E eu, eu rezo uma oração... hei de repeti-la até que minha língua se entorpeça... Catherine Earnshaw, que tu não possas encontrar sossego enquanto eu tiver vida![...] Sei que fantasmas têm vagado pela terra. Fica sempre comigo... encarna-te em qualquer forma... torna-me louco! Só não quero que me deixes neste abismo onde não te posso encontrar! Oh, Deus! é inexprimível! Não posso viver sem a minha vida! Não posso vier sem a minha alma!"
Assim, ele seguiu na sua jornada procurando pelo seu próprio céu. O céu dos outros não o importava.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Californication

"Roma está em chamas", disse ele enquanto punha mais um drinque. "E aqui estou, banhado de xoxotas." "Lá vem", ela pensou, "Mais uma crítica bêbada sobre como tudo era melhor no passado. E como nós, coitados, nascidos tarde demais pra ver os Stones em algum lugar ou inalar a boa coca do Studio 54. Nós praticamente perdemos tudo que valha a pena viver pra ver."
E a pior parte foi que ela concordou com ele.
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